sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Da ausência.

Pois que como já se estava à espera estes primeiros dias de Janeiro não foram fáceis, trabalho e mais trabalho. Stress antes, durante e depois dos testes.
Primeiro é a sensação que eles estão a chegar, pôr a cabeça no sítio, estudar, não misturar matérias, estudar, ter tudo organizado, estudar. Depois o dia chega e, é o stress fazê-lo, revê-lo, falta alguma coisa, enganámos-nos numa conta, num número, numa palavra, e rever e rever e, mesmo depois de termos olhado para ele 100 vezes e sendo eu a insegurança em pessoa, saímos não tendo bem a certeza se ficou tudo bem e no lugar, mas também não podemos pensar muito porque o outro é já no dia a seguir. E o processo repete-se.
Agora, entra-se noutro processo, a esperar pelos resultados. Fazem figas para que tudo corra pelo melhor. Há um objectivo a cumprir, vamos ver se dá.
Ainda faltam fazer dois, e o ditado ordena que se deixe o pior para o fim. É de longe o que mais me preocupa, mas vamos esperar para ver.
Por tudo isto a ausência, não havia tempo, nem cabeça para dizer alguma coisa que fosse.
Por tudo isto anseia-se e muito por dia 19 mais concretamente pela 20.30h, hora em que se fecha mais um ciclo e onde podemos descansar.

É estranho, mais depois deste semestre apenas falta mais um, é o último. E caracterizando a minha pessoa na perfeição, toca já a pensar que saudades que isto me vai dar, a falta que estas pessoas me vão fazer, estes 3 anos que foram de longe os mais importantes da minha vida, que me trouxeram tanto, que me fizeram mudar tanto, que me tornaram, acho, numa pessoa muito melhor.
Um dia escrevo  sobre a importância destes 3 anos, de como serão inesquecíveis e de como será difícil o último semestre para mim.

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